Mostrar mensagens com a etiqueta Flores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Flores. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

ACÓNITO NAPELLUS

Classificação científica:

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Ranunculales
Família: Ranunculaceae
Género: Aconitum
Espécie: Aconitum Napellus



O acónito  (Aconitum napellus) é uma planta venenosa, pertencente à família Ranunculaceae muito utilizada em fármacos homeopáticos.
Possui raízes tuberosas e caule ereto, com flores azuis na forma de um elmo. O fruto é uma vesícula.
Os sintomas do envenenamento por sua causa são salivação excessiva, falta de ar, tremores e aceleração dos batimentos cardíacos. Apenas 10 gramas de raíz constituem uma dose letal para o ser humano.
É uma planta vivaz que pode atingir até 1,5 metros de altura, tem folhas verde-escuras, palmeadas e recortadas, flores azuis, raramente brancas, e raiz fusiforme. Dá-se bem nas regiões montanhosas, é medicinal e costuma cultivar-se também em jardins, como planta ornamental.
Todas as suas variedades são venenosas quando a semente já está madura. O Aconitum napellus, comum em terrenos úmidos, cultiva-se muito em jardins. Todas as partes da planta são muito venenosas em virtude de possuírem alcalóides distintos.
Outras espécies de acônito existentes em Espanha e Portugal são a erva toira (A. anthora), ou acônito da saúde, e o matalobos (A. lycoctonum), de flor amarela.
Também pode ser receitado pelo seu Médico para o tratamento da ansiedade, mas só com o conhecimento do Médico.


domingo, 8 de novembro de 2015

CINCO - CHAGAS (TROPAEOLUM MAJUS L.)


Classificação científica:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Brassicales
Família: Tropaeolaceae
Género: Tropaeolum
Espécie: Tropaeolum Majus L.



Cinco-chagas (Tropaeolum majus L., conhecido também por vários nomes, como capuchinha, capuchinho, mastruço-do-peru,flor-de-sangue, flor-de-chagas, chagas, nastúrcio, agrião-do-méxico, chaguinha, capucine, agrião-da-índia e mastruço) é uma planta da família dos Tropaeolaceae.
Com um pequeno porte, cinco-chagas é uma herbácea com aromas, de ramos rasteiros e retorcidos. Possui flores que vão da cor vermelha a branca e que podem ser usadas na culinária. Comem-se seus frutos em conservas . O seu fruto é mais preferido pelas maritacas.
De nome científico Tropaeolum majus, mas mais vulgarmente conhecida como capuchinha ou chagas, esta é uma espécie que se supõe ser originária da América do Sul, provavelmente da região andina que abrange os territórios que vão da Bolívia à Colômbia. Contudo, encontra-se naturalizada em muitos outros locais do globo, desde a América do Norte à Austrália, passando pelo continente europeu e Macaronésia (ilhas atlânticas, nomeadamente Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde).
Esta espécie pertence à família Tropaeolaceae a qual se divide em três géneros, um dos quais é o Tropaeolum, com cerca de 80 espécies, que inclui a Tropaeolum majus. Aparentemente a Tropaeolum majuscomeçou por ser uma planta cultivada e foi em tempos bastante apreciada em jardins. Perdida a popularidade e a preferência como planta ornamental, quis ainda assim, continuar a ser útil, ultrapassou barreiras e naturalizou-se em espaços não confinados. Hoje em dia pode ver-se esta espécie crescendo de forma espontânea, na proximidade dos campos de cultivo, sendo aproveitada pelos agricultores para proteger as suas plantações pois ela serve de hospedeira a certas pragas e repele outras.
Na generalidade, esta espécie floresce e frutifica durante a primavera e o verão. Contudo adapta-se com tanta facilidade a certos tipos de climas que pode florescer durante a maior parte do ano, frequentemente assumindo um comportamento invasor. Nestes casos é conveniente tomar medidas que controlem a expansão da planta.
Noutras regiões esta espécie é muito apreciada e cultivada, não só pelas suas flores mas também pelas folhas pois ambas são comestíveis. Podem confecionar-se deliciosas saladas frias tanto com as folhas como com as flores as quais também se usam na decoração da finalização dos pratos. Não só são decorativas como também exalam um aroma agradável e muito característico. O sabor é ligeiramente apimentado.
Tropaeolum majus tem também excelentes propriedades terapêuticas, podendo ser utilizadas todas as partes da planta, excepto a raiz. A planta é muito rica em vitamina C e tem propriedades bactericidas, digestivas, sedativas e expetorantes, sendo indicada para problemas pulmonares e digestivos, escorbuto e afeções da pele. Porém nunca é demais lembrar que o consumo deve ser regrado pois todas as plantas têm o seu grau de toxicidade, sendo nocivas em caso de exagero.
A Tropaeolum majus é uma planta anual, herbácea, de hábito rastejante ou trepador, com guias que podem atingir 1 metro ou mais, providas de pecíolos foliares que funcionam como gavinhas. Os caules, de cor verde claro são carnudos, ocos e cilíndricos, sem pelos, de aspeto quase polido. A planta é pouco ramificada, sendo que geralmente só ramifica na base e não nos caules.
As folhas, de cor verde azulado, são numerosas, alternas, simples, de margens ligeiramente lobadas e onduladas; têm forma circular e ligam-se perpendicularmente ao caule através de um longo pecíolo, mais ou menos no centro do limbo; as veias são bem visíveis e irradiam do centro para o exterior da folha.
As flores, muito vistosas, são solitárias e crescem na axila das folhas, no topo de longos pedúnculos. Corola e cálice exibem tons de amarelo, laranja e vermelho e são lisas ou com manchas acastanhadas ou de cor púrpura.

No seu conjunto, as flores são compostas por 5 pétalas (corola), 5 sépalas (cálice) e órgãos reprodutivos masculinos e femininos funcionais.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

DROLSOPYLLUM LUSITANICUM

Classificação científica:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Caryophyllales
Família: Drosophyllaceae
Género: Drosophyllum
Espécie: D. Lusitanicum


Drosophyllum lusitanicum, vulgarmente conhecido como pinheiro-orvalhado é o nome de uma espécie de planta carnívora da família Drosophyllaceae.
Drosophyllum lusitanicum é uma planta popular entre colecionadores, uma vez que é o único representante de seu gênero,Drosophyllum. Ela também é significativamente diferente das outras na medida em que as plantas carnívoras habita climas mais secos.
Distribuição
Unicamente se encontra em Portugal, sudoeste da Espanha e norte de Marrocos. Em Portugal encontra-se em toda a zona litoral ocidental. Em Espanha encontra-se nas províncias de Ciudad RealCádizMálagaCáceresBadajoz e Ceuta.
Cultivo

Infelizmente, esta planta tem uma má reputação de ser difícil crescer e manter. O principal problema é que os métodos de cultivo utilizados para outras plantas carnívoros pântano são letais para Drosophyllum. Os desafios específicos com o cultivo Drosophyllum incluem: sementes de germinação lenta, perturbação da raiz é frequentemente mortal e as plantas são propensas à podridão radicular.

domingo, 6 de setembro de 2015

AQUILÉGIA








A aquilégia é uma planta herbácea, perene, florífera e de aspecto delicado e gracioso. Sua ramagem é ereta, ramificada e recoberta por pelos finos e curtíssimos. Ela pode alcançar de 30 a 120 centímetros de altura, de acordo com a variedade. Suas folhas são trilobadas, com folíolos de margens recortadas e arredondadas, de cor verde azulada. A flores surgem na primavera, solitárias ou em pequenos cachos, são eretas ou pendentes, pentâmeras e apresentam cálice vistoso e corola em forma de sino, com um prolongamento afunilado e curvo, semelhante a um esporão em cada pétala. O conjunto de sépalas e pétalas é bastante curioso e bonito. As flores podem ser simples ou dobradas, em diversas cores uniformes, com degradeés ou mesclas. Em muitas cultivares a corola e o cálice têm cores distintas. O fruto é um folículo deiscente, com numerosas sementes negras.
No paisagismo, a aquilégia, ou erva-pombinha como também é chamada, presta-se para a formação de maciços e bordaduras, e confere um efeito romântico e delicado, ao mesmo tempo que lembra a beleza indomada das flores do campo ou da floresta. Ela aprecia canteiros drenáveis, porém humosos, como o solo de um bosque. A luz que passa filtrada pela copa das árvores também é aprazível a esta espécie, que não gosta do sol direto sobre suas folhas delicadas. Na falta deste habitat ideal, a luz da manhã ou da tardinha que bate na varanda ou pátio já lhe é suficiente. Pode ser plantada em vasos e jardineiras. As flores, assim como a folhagem, são utilizadas na confecção de arranjos florais e buquês.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

HIPERICÃO-DO-GERÊS



O Hipericão-do-Gerês (Hypericum androsaemum) talvez seja a única planta portuguesa com o nome de uma região. Não deve ser confundido com outro hipericão (Hypericum perforatum), planta vivaz, com porte e aspecto distintos, muito utilizado como planta medicinal, sendo muito popular como anti-depressivo.

Também conhecido como androsemo, mijadeira, erva-da-pedra ou erva-do-gerês, esta planta surge espontaneamente na Europa Ocidental e Norte de África. No nosso país é espontânea em locais húmidos e sombrios e margens dos rios do Minho, Beiras e Estremadura.

É um arbusto vivaz, com caules erectos e folhas simples, produzindo uma toiça com rebentos folhosos, de crescimento abundante. Pode atingir facilmente 1 metro de altura e 60-80 cm de diâmetro. Floresce entre Junho e Setembro e apresenta inúmeras flores amarelas, que evoluem em frutos que podem apresentar várias cores distintas ao longo do processo de maturação. As sementes estão prontas a colher em Setembro.



Depois de esmagadas, as folhas libertam um cheiro forte e característico. Utiliza-se toda a parte aérea em infusão. Muito usado em doenças do fígado, cólicas e cistites. É um excelente diurético. Também pode ser utilizado externamente em queimaduras e contusões. Não tem contra-indicações nem efeitos secundários conhecidos. A infusão pode ser tomada 2 a 3 vezes por dia.

A propagação faz-se por sementeira, na Primavera ou por estacaria durante toda a Primavera/Verão. Curiosamente, nalguns anos a semente apresenta elevada percentagem de germinação, noutros essa baixa consideravelmente.

É particularmente afectada por pragas e doenças, sobretudo a ferrugem e os afídeos, que podem provocar estragos consideráveis. Costumo colher a planta assim que apresenta os primeiros sintomas da doença, minimizando assim os seus estragos. Quanto aos afídeos, uma solução de sabão de potássio costuma resolver o problema.

A colheita faz-se cortando a planta próximo do solo, promovendo assim nova rebentação em abundância. Podem ser realizados 2 a 3 cortes/ano.

Muito colectada na região do Gerês, infelizmente tem vindo a desaparecer, fruto desta apanha intensiva e desregrada. Poderá mesmo vir a correr risco de conservação se o ritmo da apanha continuar, sem qualquer tipo de preocupação pelas populações silvestres, apesar de existirem regras estabelecidas pelo Parque Nacional, que determinam quantidades máximas por colector e outras regras que visam a manutenção das populações espontâneas.

Poderá representar uma boa opção como planta de cultivo em pequenas e médias áreas, dada a sua procura no mercado nacional, graças ao seu comprovado interesse como planta medicinal.  

segunda-feira, 6 de julho de 2015

EDELVAIS

Classificação científica:
Reino: Plantae
Clado: Angiospérmicas
Clado: Eudicotiledóneas
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Género: Leontopodium
Espécie: L. alpinum
Nome binomil: Leontopodium alpinum



A edelvais (Leontopodium alpinum) é uma espécie vegetal da família Asteraceae, também chamada pé-de-leão.
Existem muitas lendas relacionadas à flor: numa delas, por exemplo, a flor nasceu das lágrimas de uma jovem virgem.
Dizem as lendas da Áustria ser uma prova de amor quando o rapaz sobe os Alpes para buscar a linda flor para sua amada, pois é um percurso muito perigoso e somente com muito amor para se arriscar dessa maneira.
Foi usada para título de uma canção no filme A Noviça Rebelde (The Sound of Music) como símbolo patriótico contra a ocupaçãonazista.
A edelvais é uma planta protegida por lei.
Simbolismo
Surge nas moedas de euro austríacas (0,02 €)
É a flor nacional da Áustria e Suíça
Os generais suíços exibem edelvais em vez de estrelas para assinalar o seu estatuto
É considerada o "supremo talismã do amor"
Palavra alemã que significa "branco nobre".
Edelweiss tem uma referencia no Game Valkyria Chronicles, a imagem da flor e pintada na parte esquerda da torre do veiculo. Provavelmente uma referencia a ocupação nazista onde a historia do jogo e baseada.




sábado, 6 de junho de 2015

FLOR-CADÁVER


Amorphophallus titanum




O jarro-titã, flor-cadáver ou titan arum em inglês, (Amorphophallus titanum) é a maior e mais malcheirosa "flor" do mundo. Trata-se de fato, não de uma flor, mas de uma inflorescência apelidada de espádice. Quando desabrocha, ela chega a atingir três metros de altura e pode pesar até 75 quilogramas.
Ela exala um forte odor que atrai insetos carniceiros (principalmente besouros), por isso a fama de maior planta carnívora do mundo.
Começa sua vida como um pequeno tubérculo, então solta uma única coluna afilada que cresce furiosamente, até 16,6 centímetros por dia.
Essa planta tuberosa, cultivada em diversos jardins botânicos, permanece endemica somente às florestas tropicais do oeste da Sumatra, uma ilha da Indonésia, no Oceano Índico, onde é conhecida como "flor cadáver". Este nome pode derivar do cheiro nauseador que exala.
Quem a descobriu foi o botânico italiano Odoardo Beccari, em 1878.
Seu nome científico, Amorphophallus titanum significa, literalmente: Falo gigante sem forma
Pode viver até 40 anos, mas só floresce duas ou três vezes.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

PAEONIE


Classificação científica:

Reino: Plantae
Classe: Angiosperms
Ordem: Eudicots
Família: Saxifragales
Género: Paeonia



Paeonia é um género de plantas com flor, frequentemente considerado como o único da família monotípica Paeoniaceae. O género tem ampla distribuição natural nas regiões temperadas do Hemisfério Norte, estando presente na Eurásia, Norte de África e oeste daAmérica do Norte. As fronteiras entre espécies deste género são pouco claras, razão pela qual as estimativas do seu número variam de 252 a 40.3 São maioritariamente plantas herbáceas, perenes, com 0,5 a 1,5 m de altura, mas algumas são arbustivas, com 1,5 a 3 m de altura.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

VICTÓRIA - RÉGIA


Classificação científica:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Nymphaeales
Família: Nymphaeaceae
Género: Viuctória
Espécie: Victória amazonica


A vitória-régia ou victória-régia (Victoria amazonica) é uma planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da regiãoamazônica. Ela possui uma grande folha em forma de círculo, que fica sobre a superfície da água, e pode chegar a ter até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se forem bem distruibuídos em sua superfície.
Uma flor de Vitória-régia.
Sua flor (a floração ocorre desde o início de março até julho) pode ser branca, lilas, roxa, rosa e até amarela , e expelem uma divina fragrância noturna adocicado do abricó, chamada pelos europeus de "rosa lacustre", mantem-se aberta até aproximadamente as nove horas da manhã do dia seguinte. No segundo dia, o da polinização, a flor é cor de rosa. Assim que as flores se abrem, seu forte odor atrai os besouros polinizadores (Cyclocefalo casteneaea), que a adentram e nelas ficam prisioneiros. Hoje existe o controle por novas tecnologias (adubação e hormônios)em que é possível controlar o tamanho dos pratos e com isso é muito usada no paisagismo urbano tanto em grandes lagos e pequenos espelhos d'água.

Outros nomes: irupé (guarani), uapé, aguapé (tupi), aguapé-assú, jaçanã, nampé, forno-de-jaçanã, rainha-dos-lagos, milho-d'água e cará-d'água. Os ingleses que deram o nome Vitóriaem homenagem à rainha, quando o explorador alemão a serviço da Coroa Britânica Robert Hermann Schomburgk levou suas sementes para os jardins do palácio inglês. O suco extraído de suas raízes é utilizado pelos índios como tintura negra para os cabelos. Também utilizada como folha sagrada nos rituais da cultura afro brasileira e denominado como Oxibata.

domingo, 8 de março de 2015

FLOR-PAPAGAIO

Classificação científica:

Reino: Plantae
Ordem: Ericales
Família: Balsaminacaea
Género: Impatiens
Espécie: I. Psittacina



“Impatiens psittacina” diversamente conhecida como “flor do papagaio” ou “bálsamo do papagaio” é  uma espécie  de balsamo   do sudeste  asiático  que foi   descrito pelo  botânico    Joseph    Dalton   Hooker   e   notado   pela   sua  semelhança   com   uma
“catatua voando”. É conhecida na Tailândia, Burma e partes de India.

História
O  bálsamo   “Impatiens psittacina”   ou flor  do  papagaio,  é uma  das espécies  raras   nos estados elevados de Burma, descoberta por AH. Hildebrand, um oficial britânico. 
As  suas  sementes   foram   apresentadas   nos “Royal  Gardens”   (Kew) em 1899 e
floresceu em 1900. A sua descrição foi publicada em 1901 por Joseph Dalton Hooker. A espécie em  Kew não apresentou  sementes,  mas verificou-se que   as cápsulas não
rebentaram e espalharam sementes como em muitas “impatiens “.
A espécie cresce na pequena região bravia do norte da Tailândia (perto de Chiang Mai)
Burma e no estado nordeste indiano de Manipur. É chamada a flor  do papagaio porque
a sua flor assemelha-se a um papagaio em voo quando visto de lado.

Descrição
A  planta  é erecta,  muito  ramalhuda  e cresce compacta  atingindo  uma  altura
de cerca  de meio  metro.   Como outras espécies  “impatiens”  tem hastes espessas, as folhas  são serrilhadas. A flor é dum purpura claro e vermelho carmim. As sépalas  são
orbiculares e verde claro.  A  sépala inferior é bulbosa  afunilando   num esporão    em gancho com ponta carmim. A pétala dorsal  é orbicular sendo as pétalas laterais longas. 
Esta espécie de “impatiens” é conhecida como “Dork Nok Khaew” a qual se traduz por “Flor do Papagaio”.