Quando era criança, nunca tirei férias com a família. Por quê? Não lembro do meu pai sem trabalhar. Se estivesse em férias no oficial, logo arrumava um trabalho paralelo para compensar. Também não tínhamos carro, e faltava dinheiro e iniciativa para uma viagem de ônibus.
Viajei algumas vezes com meus tios.
Mas minhas férias escolares não eram ruis não. Minha mãe reservava um tempo a mais só para mi8m. Fazíamos biscoites e bolos em formas pequeninas. Ela fazia roupas novas para minhas bonecas, jogávamos cartas. Minhas amigas vinham brincar e os lanches eram espaciais.
Agora que sou grande, trabalho e tenho marido e filho -adoro férias com a família.
Gosto de planejar antes, sem muita rigidez, só para aproveitar melhor. É uma das minhas dicas de viagem.
Também procuro apreciar as coisas típicas do local, isso faz como que eu leve para casa um pouco dos locais em que passei.
Acho bem levar uma dose de bom humor, não deixar que pequenos contratempos me atrapalhem.
Ser simpático é importante, ter respeito com as pessoas, como se estivesse visitando a casa de alguém, pois é isso mesmo que estou fazendo. As pessoas sentem-se donas do país em que nasceram, da sua cidade. Não gostam de turistas mal-educados. Além do mais isso pode comprometer a imagem de todos os meus conterrâneos.
Não esqueço da câmara fotográfica, com as devidas baterias e carregador, é bom lembrar.
Contudo, acredito que a magia da férias está na permissão.
Não ter horários, experimentar coisas novas, sair da rotina.
O numero de dias não conta muito, se forem poucos, que sejam bem aproveitados.
tudo isso para dizer que estou em férias e conto tudo na volta.
Minicontando: A magia das férias
Menino nunca entende adulto. Às vezes nem quer entender mesmo. Gabriel sempre acreditou ser assim, e pronto.
Mas certamente tinha alguma magia, alguma coisa estranha que acontecia com os seus pais nas férias. Pareciam outros. Nada de brigas ou exigências. Brincavam, corriam. A mãe dava gargalhadas. Beijava toda hora.
Por isso quando a professora perguntou o que ele queria ser depois de grande, não teve dúvida:
-- Pai em férias --
Ana Mello




Sonda mostra mais sobre o nosso vizinho



A
Há 35 mil anos, um rádio já dava música. Ou melhor, o osso da asa de um grifo (uma espécie de abutre) já tinha sido talhado pelos povos do Paleolítico Superior que viviam no Sudoeste da Alemanha na forma de uma flauta, a mais antiga prova de uma
A figura feminina também encontrada no mesmo local é talhada em marfim de abutre e é a mais antiga representação feminina conhecida. Tal como a flauta, tem 35 mil anos. Esta Vénus pré-histórica altera radicalmente a imagem que os arqueólogos tinham da arte do Paleolítico Superior. A figura 












