Mas foi tal a surpresa, apesar de tudo, que o sr. Domingos Coelho não conseguiu disparar a caçadeira.sexta-feira, 28 de outubro de 2011
LENDAS DE PORTUGAL - XXXV - BOTICAS
Mas foi tal a surpresa, apesar de tudo, que o sr. Domingos Coelho não conseguiu disparar a caçadeira.quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A FÁBULA DO PORCO-ESPINHO

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Moral da História:segunda-feira, 17 de outubro de 2011
CLEMATIS
Nome Científico: Clematis hybrida
Nome Popular: Clemátis, clematite
Família: Ranunculaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa, Ásia e América do Norte
Ciclo de Vida: Perene 
Clematis é um género de plantas trepadeiras ou escandentes e floração muito decorativa. De textura semi-lenhosa ou herbácea e folhagem que pode ser sempre verde ou decídua, elas são originárias do hemisfério norte e adaptadas ao clima temperado. Ocorrem cerca de 290 espécies diferentes de Clematis, e mais de 500 variedades resultantes de hibridizações e melhoramento genético.
Suas flores são isoladas ou reunidas em pequenos grupos, mas podem variar muito em forma e tamanho, de acordo com a variedade. Podem ser simples ou dobradas, abertas(planas) ou campanuladas, com pétalas estreitas ou muito largas, nas mais diversas cores e tons em dégradée, além de estames longos, como um tufo no centro das flores. A floração estende-se pelos meses quentes.
sábado, 15 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
NO MEU CAMINHO
Mas noutros há flores a valer:
Cravos, papoilas, violetas...
Rosas com espinhos
E dos piores é preciso cuidado ter.
No longo percurso rodeia-nos a Natureza
No coração conjuga-se o verbo amar!
Cardos dão também flores
E preciso dos picos cuidado ter,
Quando desabrocham em cada qual.
Mas em contraponto há primaveras
Preciosas e belas para a passarada.
Que no Outono fazem debandada.
Quando o paladar das saborosas uvas
Que se transformam em vinho delicioso,
E em cada leito com lençóis bordados,
Se refrescam memórias de brisas variadas
Dando, então para acreditar
Que flores também há em cada caminhar,
Das sem espinhos... e de vez em quando.
José Alberto David
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
ANNE FRANK
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
OUTONO
O Outono do hemisfério norte é chamado de "Outono boreal", e o do hemisfério sul é chamado de "Outono austral". O "Outono boreal" tem início, no hemisfério norte, a 22 ou 23 de Setembro e termina a 21 ou 22 de Dezembro. O "Outono austral" tem início, no hemisfério sul, a 20 de Março e termina a 20 ou 21 de Junho.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
LENDAS DE PORTUGAL - XXXIV - AROUCA

terça-feira, 20 de setembro de 2011
O MAIOR COMBOIO DO MUNDO
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
RIR É O MELHOR REMÉDIO
Um rapazinho estava a espera da mãe em frente dum supermercado quando um homem se dirigiu a ele e perguntou: "Meu filho, podes me dizer onde estão os correios?"
O rapazinho respondeu: "Claro! Segue esta rua até ao fundo e depois vira a sua direita."
O homem agradeceu e disse: "Eu sou o novo padre nesta vila. Gostava que fosses a igreja no domingo. Eu quero te mostrar o caminho para o céu."
O rapazinho olhou para o padre e disse: "Ah!!! O senhor não sabe o caminho para os correios ainda mais para o céu...!!!"
domingo, 18 de setembro de 2011
NOTÍCIA DA SEMANA
Oktoberfest: Era meio-dia em ponto quando, ao grito "O'Zapft is!" ("Barril aberto!" em alemão ou melhor dito em bayrisch (dialecto da Baviera)), Christian Ude encheu a primeira dos sete milhões de canecas de cerveja que até 3 de Outubro irão beber-se na Oktoberfest de Munique. De calções de cabedal, suspensórios e camisa branca, o presidente da Câmara de Munique cumpriu a tradição e inaugurou a festa da cerveja que este ano espera receber mais de seis milhões de visitantes. E para provar que diante de uma cerveja não há rivalidades políticas, o social-democrata Ude até brindou com Horst Seehofer, líder conservador da Baviera, estado do qual Munique é a capital. Sob forte medidas de segurança devido à ameaça de atentados contra mega-eventos deste género, milhares de pessoas começaram a juntar-se à entrada logo de madrugada. Uma vez no recinto, uma caneca de cerveja de um litro custa 9,20 euro, um preço do qual muitos se queixam, sobretudo porque quando chega às mesas já deixou parte do conteúdo entornado no chão devido aos encontrões da multidão.sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CAMPÂNULA
Nome Científico: Campanula medium
Nome Popular: Campânula, Flor-de-sino, Sinos, Sininhos, Sininho
Família: Campanulaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa
Ciclo de Vida: Bienal

Multiplica-se por sementes, que germinam entre 7 a 21 dias após o plantio.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
OS IRREDUTÍVEIS FILHOS DE ALBUQUERQUE

Malaca foi conquistada há exactamente quinhentos anos por Afonso de Albuquerque, em 1511, e administrada por Portugal durante 130 anos, até à chegada dos holandeses, em 1641. Nessa altura, a comunidade portuguesa refugiou-se na selva, em lugares inacessíveis, fugindo da perseguição religiosa pelos holandeses. Por lá sobreviveram até à chegada os ingleses, que se assenhorearam do comércio, em 1805. Os britânicos viram na comunidade portuguesa, que dominava a língua e estava inserida nos costumes locais, uma boa forma de ligação com os autóctones, levando a comunidade a sair da clandestinidade.

A numerosa colónia luso-descendente não abdicou da identidade cultural. Meio milénio após a chegada lusa e 370 anos após a sua partida, todos continuam a afirmar-se, orgulhosamente, portugueses, sem nunca terem pisado solo nacional. A cultura popular portuguesa transmite-se de pais para filhos, por via oral. Contam-se histórias, ensinam-se costumes e tradições, transmite-se “o portugis antigo”, que falavam os primeiros colonos, corrompido por séculos de transmissão oral sem um único registo escrito ou resquício de ensino oficial. O fado é cantado e o Vira do Minho bailado por gente jovem. Talvez com mais emoção e com um outro sentir.
Percebe-se que existe um esforço contínuo para preservar o lugar, inserido numa área de 12 quilómetros quadrados. Ocupado por 118 casas habitadas por cerca de 1300 portugueses, em terra defronte ao mar onde aportaram as naus comandadas por Afonso de Albuquerque.
Por todo o bairro, é evidente a presença portuguesa. Falam com orgulho das suas festas populares, São Pedro e São João, do divertimento e “encharcado” Carnaval, festividades que atraem cerca de 75 por cento dos turistas que visitam Malaca por altura daqueles eventos, devidamente documentadas e expostas no famoso e humilde Museu Português, local onde o seu curador, Edgar Overee, e restante comunidade tentam, a todo o custo, preservar os seus vestígios culturais e históricos.
As cerca de 1300 pessoas são todos filhos de Santamarias, Rodrigues, Da Costas, Pereiras, Silvas, Gomes ou Teixeiras.
A nostalgia está confinada a um bairro, de ruas simétricas, derradeiro baluarte da vontade de preservar um legado, simultaneamente poderoso e frágil; a Comunidade Portuguesa de Malaca. O apelo chega, pois, com desassossego. Os falantes do kristang (cristão-português) –a última variedade de crioulo português dotada de vitalidade no Sudeste Asiático- estão a diminuir até que um dia a voz emudecerá. Para sempre, porque o som do “papía kristang di Malaca” é um som de saudade.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
SER VELHO É SER REI!
É ser lento, refilão, triste
Aborrecido, enfim um chato!
Mas... não
Ser velho...
Bem sei que é ser idoso, ou idosa
Mas ser velho é ser rei!
Sim rei, porque não!
Serem velhos, ou serem idosos
Como alguns gostam mais
Faz parte da vida
Tem o malandro sabor de viver
É chegar onde se calhar muitos nunca chegam
Mas ser velho...
É ser dos outros
Ser solidário com a natureza
Com os mais novos, com todos
Ter mais paciência para as crianças
Nas suas brincadeiras do dia, a dia
Qual a criança que não gosta de ter avós,
que os amam
Ser velho é isto mesmo
É ser feliz
De pertencer aos filhos
Aos netos, aos amigos
Ser velho é ser rei!
É ter a idade da inocência
Do saber e do amor
E de se dar ao prazer
De estar bem com a vida
Conhecer tantas histórias
Especialmente as que a vida ensinou
Ou lhe trouxe o dom da sabedoria
Ser velho é ser rei!Sim rei!
E ser rei...
É ser maior
É precisamente isso que o velho é
O maior!
Ser velho é ser amigo
Ter o brilhozinho nos olhos
Só por ver os outros felizes
E dizer-lhes que os ama
Mesmo que não receba nada em troca
Ser carinhoso para tudo, e para todos
Até para os animais, ou para as plantas
E ver a vida no seu hábito mais gostoso
Ser velho...
É ter o doce sabor da vida!
Fernando Ramos
domingo, 11 de setembro de 2011
NOTÍCIA DA SEMANA
CALDO VERDE - Entre Douro e Minho
ARROZ DE MARISCO - Estremadura e Ribatejo
SARDINHA ASSADA - Lisboa e Setúbal
LEITÃO DA BAIRRADA - Beira Litoral
PASTEL DE BELÉM - Lisboa e Setúbal


















