Ora alguma actualidade tem esta lenda. Trata de D. Afonso II que, gordo como era, teve por cognome exactamente isso, o Gordo. De qualquer modo, na linha de actuação de seu pai e de seu avô, procurava conquistar territórios que estavam sob o domínio mourisco. Assim, andando com as suas tropas pelo Alentejo procurou apanhar Serpa ao inimigo.sábado, 25 de fevereiro de 2012
LENDAS DE PORTUGAL - XXXIX - SERPA
Ora alguma actualidade tem esta lenda. Trata de D. Afonso II que, gordo como era, teve por cognome exactamente isso, o Gordo. De qualquer modo, na linha de actuação de seu pai e de seu avô, procurava conquistar territórios que estavam sob o domínio mourisco. Assim, andando com as suas tropas pelo Alentejo procurou apanhar Serpa ao inimigo.sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A ALDEIA MAIS CARICATA DE PORTUGAL
sábado, 18 de fevereiro de 2012
CARNAVAL 2012
Um grupo de louletanos decidiu alterar-lhe a feição, civilizá-lo, torná-lo mais asseado e elegante. A ideia foi bem recebida pelo povo louletano, que decididamente a acarinhou e pôs em prática. E numa hábil campanha de promoção daquilo que se pretendia levar a efeito, o povo recorreu aos mais diversos meios que tinha ao seu alcance.
Actualmente, o Carnaval foca outros temas, como a sociedade em geral, o sistema político e os eventos mais importantes previstos durante o ano, numa crítica cheia de bom humor, divertimento e muita gargalhada.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
GLICÍNIA
Sinonímia: Glycine sp, Kraunhia sp
Nome Popular: Glicínia, wistéria-japonesa, wistéria-chinesa
Família: Fabaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: China e Japão
Ciclo de Vida: Perene


Das espécies de Glicínias, as mais frequentes no paisagismo são a Wisteria floribunda, nativa do Japão e a Wisteria sinensis, nativa da China. A espécie chinesa apresenta inflorescências mais curtas, porém mais numerosas que as espécie japonesa. Os frutos são vagens compridas e marrons com sementes de 1 cm. Ocorrem também variedades de porte diferente e de folhas variegadas.
Seu crescimento é lento a moderado e pode levar anos para que se torne adulta e inicie o florescimento, porém é muito longeva, vivendo até 100 anos. A época de florescimento varia de acordo com o clima e a região onde está estabelecida.
Cuidado, a Glicínia é uma planta tóxica e deve ficar fora do alcance de crianças pequenas e animais domésticos. Multiplica-se por estaquia e por sementes.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
QUE SECA!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
LENDAS DE PORTUGAL - XXXVIII - OURIQUE

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
BARCOS
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
NOTÍCIA DA SEMANA


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A MAIOR BORBOLETA DO MUNDO

terça-feira, 10 de janeiro de 2012
GLOXÍNIA
Sinonímia: Gloxinia speciosa, Ligeria speciosa
Nome Popular: Gloxínia, Siníngia, Cachimbo
Família: Gesneriaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Brasil

domingo, 8 de janeiro de 2012
NOTÍCIA DA SEMANA
Um grupo de cientistas do Instituto de Investigação das Pescas e do Mar (IPIMAR) e do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve (CCMAR) encontrou pérolas em ostras do género Crassostrea.
O fenómeno é muito raro nesta família de bivalves, e algo que nunca tinha sido observado nos últimos dez anos em que este grupo se tem dedicado ao estudo destas espécies em Portugal.
Em mais de 750 ostras apanhadas em vários locais no Algarve, como a Ria de Alvor, a Ria Formosa e o rio Guadiana, foram encontradas pérolas em dois exemplares.
Num deles havia quatro pérolas com um diâmetro inferior a 2 milímetros e no outro foi descoberta uma pérola com uma dimensão razoável - cerca de 5 milímetros de diâmetro e 190 miligramas de peso.
Este fenómeno é frequente noutras espécies de bivalves, como as ostras perlíferas da família Pteriidae, podendo as pérolas atingir um elevado valor comercial.
As pérolas são produzidas por moluscos bivalves, resultando de uma reação defensiva do hospedeiro a corpos estranhos, tais como parasitas ou partículas inertes.
O corpo estranho é coberto por várias camadas constituídas essencialmente por carbonato de cálcio sob a forma de cristais de aragonite.
A investigação do IPIMAR e do CCMAR foi efetuada no âmbito dos projetos Seafare e Sharebiotech, apoiados pelo Programa de Cooperação Territorial Europeia Interreg Espaço Atlântico.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
NOTÍCIA DA SEMANA

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
LENDAS DE PORTUGAL - XXXVII - PESO DA RÉGUA
Porém mero acaso, passava por ali um pastor que tudo escutou. E não perdeu tempo em cumprir tudo o que ouvira. Porém, meses depois, quando se encontrava à boca da mina, não atinou com as palavras necessárias e a porta do palácio não se abriu. Como mais ninguém sabia o segredo, Dona Mirra lá ficou.
O pai sarraceno demorava e Dona Mirra estava farta da espera. Uma noite estendeu uma manta com figos no sopé do monte. Passou um aldeão, mas só levou alguns para o trabalho. No dia seguinte, quando foi por eles, viu que tinha peças de oiro. Foi a correr, mas já não deu com a manta nem com os figos. E os que deixara em casa já eram carvões! Então a mourinha apareceu em sonhos a um rapaz de Galafura para que fosse à meia-noite a determinado sítio onde havia um cavalo branco à espera dele para o levar ao palácio, onde um tesouro o esperava. O rapaz foi, mas arrependeu-se, com medo, porque o cavalo só tinha três patas!
Dona Mirra ainda apareceu a uma menina, pedindo-lhe fosse à mãe para lhe fazer um pão, que lhe daria muito dinheiro, só não podia denunciá-la. Mas a rapariga não foi capaz de guardar o segredo. Houve mais peripécias, mas nenhuma resultou. Dona Mirra lá está no Monte à sua espera, leitor. Anima-se a desencantá-la?
















