O Festival de San Fermin, na cidade espanhola de Pamplona, atrai todos os anos milhares de curiosos, e corajosos, que enfrentam os touros naquela que é a principal atração do festival, mas também a mais polémica. Este ano as largadas já provocaram pelo menos sete feridos. Os festejos terminam a 14 de julho.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
ROLLING STONES - 50 ANOS
Há 50 anos os Rolling Stones davam o seu primeiro concerto, num clube londrino, de nome Marquee Club. Nessa noite tocaram cinco músicas, que deram o tiro de partida de uma das mais duradouras bandas do rock. A primeira formação dos Rolling Stones contava com Mick Jagger (voz), Keith Richards (guitarra), Brian Jones (guitarra), Mick Avory (bateria) e Dick Taylor (baixo). Desde essa noite no Marquee Club a banda já lançou mais de 20 álbuns e até hoje vendeu mais de 200 milhões de discos.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
FLOR-BATOM
Classificação científica:
Nome Científico: Aeschynanthus radicans
Sinonímia: Aeschynanthus lobbianus, Aeschynanthus parviflorus, Aeschynanthus javanicus, Aeschynanthus lobianus
Nome Popular: Flor-batom, Planta-batom
Divisão: Angiospermae
Origem: Sudeste da Ásia
Ciclo de Vida: Perene
Nome Científico: Aeschynanthus radicans
Sinonímia: Aeschynanthus lobbianus, Aeschynanthus parviflorus, Aeschynanthus javanicus, Aeschynanthus lobianus
Nome Popular: Flor-batom, Planta-batom
Divisão: Angiospermae
Origem: Sudeste da Ásia
Ciclo de Vida: Perene
A flor-batom é uma planta de textura herbácea, rizomatosa, epífita, delicada, tropical e excelente para a utilização em cestas suspensas. Suas folhas são verdes, ovadas, opostas, cerosas e um tanto suculentas. Elas são dispostas em ramos longos, bronzeados e finos. As inflorescências surgem no verão, são terminais, com flores de corola tubular, bilabiada e de cor vermelho vivo, e cálice cilíndrico, com tonalidades que variam do verde ao marrom-arroxeado. Diz-se que por estas características, a flor se assemelha a um batom, o que lhe rendeu o nome popular. As flores apresentam aroma pungente e são atrativas para os beija-flores. Além das flores curiosas e belas, a flor-batom tem uma folhagem de textura média e tonalidade levemente bronzeada.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
O PEIXE MAIS LENTO DOS MARES
Cientistas noruegueses que estudaram o tuberão da Gronelândia concluíram que este é o peixe mais lento dos mares - move-se a uma velocidade máxima de 0,74 m por segundo, abaixo da performance das focas - parte da sua dieta - que nadam a 1,7 m por segundo. Para as caçar, o tuberão aproveita o siono das focas, que dormem no mar para fugir dos ursos.
domingo, 1 de julho de 2012
IMAGEM DO DIA
Dalai Lama, lider espiritual do Tibete, visitou o seu amigo de longa data príncipe Charles na Clarence House, em Londres.
TRÊS LOBINHOS

A mãe que já nasceu no centro é a única que se deixa observar mais facilmente e se aproxima dos cercados, sem recear tanto a presença humana porque. rejeitada em pequena pela progenitora, foi criada entre os biólogos do parque. Até ao momento, os investigadores só identificaram o sexo da cria dominante, uma fêmea, encontrando-se os lobinhos na fase de transição entre o leite e a carne.
Visão Nº 1008
quarta-feira, 27 de junho de 2012
LENDAS DE PORTUGAL -XLIII GONDOMAR-
A TRAGÉDIA DE RIO TINTO
A batalha entre cristãos e muçulmanos tinha sido tão violenta e tantos foram os mortos à lança e à espadeirada, que o sangue correu para as águas do rio, onde não poucos eram os cadáveres mutilados que boiavam. Rio tinto, Rio Tinto.
Os mouros pouseram-se em fuga e eram perseguidos encarniçadamente. E a lenda diz que uma princesa cristã percorria o campo da refrega tentando encontrar o irmão, que pertencia ao exército vencedor e ainda não aparecera. Aflita, ela invocava Santa Justa, mas do irmão nem sinal. Ouviu gemer entre uns arbustos e foi até lá para tentar salvar aquele sobrevivente. Era um príncipe mouro chamado Almançor. Ferido, exangue, ela mesma o tratou.
O jovem mouro contou-lhe que o pai, Abdel-raman, um dos chefes mouros e califa de Córdova, com a vergonha da derrota o abandonara. Que Alá, afinal, o abandonara também e era ela, uma cristã, que se interessava pela sua sorte. Por isso, doravante seguiria o cristianismo. Dulce, assim se chamava o princesa, chamou um frade que também por ali andava em busca de sobreviventes, o qual ali mesmo baptizou o mouro dando-lhe o nome de Fernando. Entretanto, apareceu o irmão de Dulce, que andara desencontrado nas últimas escaramuças da batalha.
A princesa e o frade ajudaram Fernando a esconder-se nos fojos da Serra de Santa Justa, onde ficou não só sob a protecção espiritual do frade como apoiado por Dulcer, que lhe levava roupas e alimentos. Em claro, os jovens apaixonaram-se e o frade casou-os na capela de Santa Justa. Porém, D. Ramiro, o pai de Dulce, é que nunca aceitou este casamento, amaldiçoando a filha. E os dois jovens passaram a viver na serra. Ele caçava e ela encarregava-se da choupana em que viviam.
Como gostava muito do irmão, Dulce, às escondidas de todos descia a um ermo a encontrar-se com ele. D. Ramiro começava a aceitar a casamento e ela estava pendente do perdão paterno para ambos regressarem a casa. Mas fernando, ignorando este relacionamento de Dulce com o irmão, um dia seguiu-a e quando os viu encontrarem-se com manifestações de carinho, deu um salto e apunhalou o rapaz. O moço, ao cair varado ainda conseguiu balbuciar de modo que o casal o ouviu:
"Trazia-te o perdão do nosso pai...." e morreu.
Fernando apercebeu-se do que fizera e gritou:
"Ai de mim, que de infiel me tornei cristão por amor e por amor me perdi!"
E com um gesto rápido, manobrou o alfange e matou-se de um só golpe.
E a lenda diz que o espírito deste lugar se confundiu com a memória dos dois apaixonados "que pensavam zelar a sua honra com o sangue da própria vida", pelo que ficou a chamar-se Montezelo, como mente do zelo, que é como quem diz do ciúme...
segunda-feira, 25 de junho de 2012
JOSÉ, O PESCADOR
Este é o homem que, depois do naufrágio que matou seis pescadores das Caxinas, foi sozinho a Lisboa exigir do poder político mais segurança para os homens do mar. Eis o pescador José Festas.
NM - 24.6.2012 -
Cinco dias depois do trágico naufrágio do barco "Luz do Sameiro", e pela primeira vez, os homens do mar passaram a ter uma só voz, a de José Festas. Pescador humilde, de linguagem popular, pouco habituado a formalismos e "documentos complicados que não resolvem nada", foi sozinho a Lisboa e exigiu ser pessoalmente recebido por ministros e pelo presidente da República.
Filho e neto de pescadores, farto de ver o luto das Caxinas constantemente renovado, deixou o mar, onde se iniciara a pescar aos 9 anos num velho barquinho de madeira, para fundar, em 2007, a Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar.
"Foi difícil deixar o mar. Ainda hoje me custa." Mas todos os dias a P´ro-Maior revela ser muito mais do que uma associação. Há sempre gente à espera. Os pescadores dizem, meio a sério, meio a brincar, que é "pior do que o centro de saúde."
O "mestre" -como lhe chamam- dá apoio jurídico, trata da burocracia dos barcos e serve de bombeiro e polícia quando a tragédia bata à porta -é sempre o primeiro a chegar. É também quase psicólogo. "É um emprego 24 horas por dia."
Cinco anos depois, a associação representa cinco mil pescadores de 585 barcos e pós a segurança no mar na ordem do dia.
"Somos a maior associação de pescadores do país e somos ouvidos pelos nossos governantes." Depois de muita luta, há finalmente um helicóptero em Ovar para salvamentos em mar, mais e modernos salva-vidas; 450 barcos receberam novos e modernos equipamentos e 4500 pescadores terão formação prática.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
FACAS PRODUZIDAS ARTESENALMENTE NO ALGARVE
Os cabos são de chifre de veado, osso de mamute ou pénis de baleia. As lâminas são fabricadas com a mesma técnica que é usada nas espadas de samurais. A partir do Algarve, o alemão Hubertus Nees - Hubs - produz facas para chefs de cozinha, pescadores submarinos e caçadores de ursos-polares. Histórias de uma arte afiada.
Hubs é um tipo alto, magro, com barba rala e bigode comprido. Tem 60 anos e, como gosta de motos, costuma usar um casaco de cabedal que lhe dá um ar de duro. É frequente vê-lo chegar a qualquer lado com duas malas de aço que parecem saídas de um filme de gangsters. Lá dentro, viajam as suas «meninas», facas de vários tamanhos e formatos, com múltiplas aplicações. «Não há duas iguais, cada uma é obra única.» Há-as para homem e senhora, para a cozinha, caça, pesca ou simplesmente para decoração. São feitas de materiais peculiares como ossos de animais, alguns já extintos. Ou pedras preciosas. Ou madeiras raras. “Tento sempre perceber quem vai ficar com a faca, conhecer a sua personalidade e a sua história. E depois criar um objeto o mais personalizado possível.» A oficina onde os utensílios ganham forma fica numa quinta junto de Espiche, perto de Lagos.
Cada faca leva uns bons quatro ou cinco dias a estar pronta. E se as mais pequenas custam 750 euros, há outras que facilmente chegam aos milhares de euros, tendo em conta os materiais usados e a qualidade da lâmina.
«As facas acompanham o homem desde os primórdios dos tempos. Ajudaram-no a marcar território, a caçar e a sobreviver. Não são armas, são utensílios. Mas devemos-lhes o mesmo respeito que devemos à natureza. São a peça fundamental da nossa afirmação enquanto raça dominante do planeta. Se a dominamos bem ou mal, porra, isso já é outra história.»
terça-feira, 19 de junho de 2012
UM BOM EXEMPLO
A autarquia já apoiava uma centena de famílias com cabazes de alimentos, mas, ao saber que uma mãe de quatro filhos, desempregada e com o marido a ganhar o salário mínimo, não podia pagar uma vacina para a asma que custava 180 Euro, o presidente da Junta de Freguesia de Vilar do Paraíso passou uma noite em branco.
Nessa insónia, teve uma ideia que em poucas semanas mudou a vida a dezenas de pessoas. Elísio Pinto, 57 anos, lembrou-se de bater à porta das muitas empresas daquela freguesia cheia de indústria, pedindo-lhes um contributo mensal destinado a resolver problemas sociais. Nasceu assim o projeto Paraíso Solidário, que começou, em março, a pagar as pequenas despesas que se tornam imensas para uma família sem recursos: medicamentos, vacinas, óculos, fraldas, contas da água e da luz, mensalidades da creche e propinas da faculdade. O autarca ficou surpreendido com a adesão. "Parecia que as empresas estavam à espera que lhe batessem à porta para serem solidários." Em três meses, aderiram 26 e mais revelaram interesse, entre elas uma grande mulitnacional.Também há particulares entre os doadores. O resultado é animador: desde março foram apoiadas sessenta famílias e 120 pessoas e, com os seus modos gentis de cavalheiro à moda antiga, Elísio Pinto já foi explicar o conceito do Paraíso Solidário a freguesias e concelhos vizinhos. "Não podemos cair na tentação de nada fazer. É preciso envolver toda a comunidade para encontrar respostas em conjunto". Até porque, para o presidente da junta, que está no seu último ano no cargo, é ponto assente que "a pobreza não é criada pelos pobres".
NM-17.06.2012
NM-17.06.2012
sábado, 16 de junho de 2012
CALCEOLÁRIA
Classificação científica:
Nome Científico: Calceolaria herbeohybrida
Nome Científico: Calceolaria herbeohybrida
Sinonímia: Calceolaria herbacea, Calceolaria youngii
Nome Popular: Calceolária, sapatinho-de-Vénus, chinelinho-de-madame, tamanquinho
Família: Calceolariaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Chile
Ciclo de Vida: Perene
Calceolária é o nome popular de um grupo de híbridos, originários do cruzamento entre três diferentes espécies de Calceolaria: C. crenatiflora, C. corymbosa e C. cana, todas originárias do Chile. Ela é uma florífera perene, muito cultivada especificamente como planta envasada. Apresenta caule ramificado, de textura herbácea e pequeno porte, alcançando cerca de 30 cm de altura. Suas folhas são verdes, ovaladas, pubescentes, bastante rugosas, com nervuras bem marcadas e bordos denteados.
As inflorescências são retas e ramificadas, compostas por numerosas flores amarelas, vermelhas ou alaranjadas, além de misturas destas cores e pontilhados marrons. A flor é muito singular, com a pétala inferior inflada, semelhante a uma pequena bolsa. A floração estende-se pelo inverno e primavera. Apesar de perene é tratada como anual. Multiplica-se por sementes que germinam em 10 dias.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
IMAGEM DO DIA
O calor invadiu a Alemanha onde se esperam nos próximos dias temperaturas acima dos 30 graus. Pelo país fora, as flores despertaram e pintam todo o território.
domingo, 10 de junho de 2012
PALÁCIO DA PENA, SINTRA
D. Maria II teve dois maridos alemães. O primeiro, de uma família nobre da Baviera, morreu jovem. Casou-se depois com aquele que viria ser o nosso D. Fernando II e ainda bem. Oriundo da casa de Saxe-Coburgo-Ghotta, foi sua a ideia de construir o Palácio da Pena. Teve a ajuda no projeto de outro alemão, o barão Von Eschwege, um mineralogista há décadas radicado em Portugal e que até acompanhou D. João VI no Brasil. Concluído em 1847, o palácio deu à serra de Sintra um toque de romantismo que só é comparável aos castelos do Reno e aos palacetes que abundam na Baviera. E D. Fernando II, mesmo depois de enviuvar, gostava tanto de Portugal que até recusou ofertas para ser rei de Espanha e depois da Grécia.
domingo, 27 de maio de 2012
LENDAS DE PORTUGAL - XLII ALCOCHETE -
QUANTO A COMIDA QUER O SAL ...
Cada filha era uma formosura e o rei quis saber quanto elas gostavam dele. Juntou-as e fez-lhes a pergunta. A mais velha, sabendo que o pai gostava de palavras bonitas, respondeu:
"Amo tanto o meu pai como a luz cintilante das estrelas!"
O rei ficou contente e voltou-se para a filha do meio, que lhe disse:
"Meu pai, amo-o tanto como ao raio da lua cheia que se reflecte nas águas do mar!"
Muito agradado pela maneira como a filha falara, aguardou a resposta da mais nova:
"Quero tanto a meu pai quanto a comida quer o sal..."
Já o rei não gostou nada desta resposta e, colérico, ordenou:
"Filha ingrata, sai do palácio!"
Muito triste, a princesinha foi-se embora, levando consigo apenas o anel que comprovava a sua qualidade. Atravessou todo o reino, percorreu outro e outro, até que chegou a um reino longínquo. Aí ouviu um arauto proclamar que estavam a querer contratar uma ajudante de cozinha para o palácio real. E a princesinha conseguiu que lhe dessem esse lugar. E ali, humildemente, fez o que nunca fizera na vida, lavando panelas, descascando batatas, aprendendo a cozinhar.
Ora quando o jovem rei desse reino fez anos, a princesinha fez um bolo e meteu dentro o seu anel. E ele, ao abrir o bolo encontrou-o e logo viu que pertencia a pessoa real. Chamou logo o mordomo principal do palácio e ordenou-lhe que descobrisse a quem pertencia o anel. Depois de algumas investigações, levaram-lhe a ajudante de cozinha.
O rei ficou admirado com a beleza da menina e perguntou-lhe quem era. Ela contou ao rei como ali tinha ido parar. Mas tanto como a história o impressionou, o monarca apaixonou-se pela linda menina e pediu-a em casamento, o que ela aceitou.
Anunciando o noivado, fizeram-se os convites. Seria um grande banquete na véspera do casamento e que toda a comida fosse bem temperada excepto para um lugar, onde seria servida sem sal, destinando-se este lugar ao rei pai da princesinha. E quando chegou a altura do repasto, todos comiam satisfeitos excepto o pai da jovem, que fazia caretas a cada garfada. Por fim, deixou de comer. Como lhe perguntassem se não gostava das iguarias, respondeu, relutante:
"A minha comida não tem pitada de sal..."
O rei que ia casar com a filha dele observou:
"Mas não foi Vossa majestade que repudiou uma filha por lhe ter dito que lhe queria tanto quanto a comida quer o sal?!
O rei caiu em si e compreendeu que tinha sido extremamente injusto com a filha que, afinal de contas, tanto o amava!
Apareceu então a princesa e pai e filha abraçaram-se. Então, ele, porque gostava muito do pai, logo ali lhe perdoou.. E lá se fez o casamento e os dois reinos ficaram amigos.
domingo, 20 de maio de 2012
RIA FORMOSA - PROJETO RIO PROMOVE IDEIAS SUSTENTÁVEIS EM TAVIRA/ALGARVE
A salicórnia, uma erva que cresce espontaneamente nas salinas e que é hoje elemento indispensável nas saladas gourmet em países como a Bélgica, é o exemplo que mais depressa acode à memória de Sebastião Ferreira de Almeida para falar de desenvolvimento local sustentável. "O seu cultivo em salinas abandonadas ajuda a regenerar o ecossistema, contribuindo ao mesmo tempo para o desenvolvimento local da comunidade, como mostrou a investigadora Erika Santos, do Instituto Superior Dom Afonso III, em Loulé, que está a estudar a planta", diz o jovem da Associação Chão de Gente que promove o Projeto Rio na região algarvia de Tavira, juntamente com o centro de Ciência Viva da cidade e a câmara municipal local.
Trata-se de uma série de debates, encontros e ações que pretendem juntar todos os atores locais para encontrar formas de promover mais atividades produtivas em prol da comunidade e do ambiente - a cultura da salicórnia parece uma bela hipótese. Mariscadores, aquicultores ou agricultores, investigadores e estudantes da Universidade do Algarve e de outras escolas superiores da região, decisores políticos e cidadãos em geral estão por isso convocados para estes encontros do rio, que têm início já no próximo fim de semana, na biblioteca da cidade. Identificar interesses comuns, caminhos possíveis de renovação local e formas mais adequadas de concretizar atividades económicas e produtivas é o objetivo final.
"O Projeto Rio foi um dos 70 de várias cidades europeias que ganharam um concurso do programa europeu Places", explicou o coordenador do projeto José Manuel do Carmo, do Centro de Ciência Viva de Tavira, sublinhando que "os contactos com os autores locais e comunidades já se iniciaram". O Projeto Rio já está a correr.
Mariscos, salina e ecossistemas
Levar aos produtores locais novos conhecimentos científicos que lhes permitam melhorar as atividades na Ria Formosa, na produção de sal ou de marisco, é uma das pedras de toque do projeto.
Cultivar laranjas e outros citrinos
Os pomares são imagem dos vales onde corre o rio Séqua, que se torna Gilão ao chegar à ponte romana da cidade de Tavira. Esta é uma das atividades que se mantém forte na região, apesar de algum declínio nos últimos anos. O Projeto Rio também quer dar aqui um contributo.
Paisagens serranas para dinamizar
A desertificação da serra e do Barrocal extinguiu ali a agricultura. Este é um dos temas em debate. Segundo Miguel Carmo, da Associação Chão de gente, a ideia é tentar perceber de que forma é possível renova essa atividade na região para produzir riqueza de forma sustentável.
DN -20.05.2012-
DN -20.05.2012-
terça-feira, 15 de maio de 2012
PETÚNIA
Classificação científica:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Solanales
Família: Solanaceae
Género: Petunia
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Solanales
Família: Solanaceae
Género: Petunia
Petúnia é um género botânico pertencente à família Solanaceae. Petúnia significa "flor vermelha" na língua dos índios Tupi. É originária de locais tropicais e sub-tropicais da América do Sul. A maioria das petúnias que se encontram em jardins são híbridas. As petúnias são herbáceas anuais (Petunia x hybrida) e atingem 15 a 30 cm de altura. A planta prefere estar exposta ao Sol. Floresce na primavera e verão e podem apresentar-se nas cores: vermelha, azul, rosa, laranja, salmão, púrpura e branca.
Seu principal pigmento é uma antocianida denominada petunidina, que tem seu nome derivado da palavra Petúnia, sendo um corante presente em algumas outras flores e frutas.
Petúnia pode ser um nome próprio de menina.
sábado, 12 de maio de 2012
MARIE CURIE
Nada na vida é para ser temido, somente compreendido.
Agora é a hora de compreender mais, para temer menos.
terça-feira, 8 de maio de 2012
RIR É O MELHOR REMÉDIO
Uma senhora de meia-idade teve um ataque de coração e foi parar ao hospital.
Na mesa de operações, quase às portas da morte, vê Deus e pergunta:
- Já está na minha altura?
Deus responde:
- Ainda não. Tens mais 43 anos, 2 meses e 8 dias de vida.
Depois de recuperar, a senhora decide ficar no Hospital e fazer uma lipoaspiração, algumas cirurgias plásticas, um facelift,...
Como tinha ainda alguns anos de vida, achou que poderia ficar ainda bonita e gozar o resto dos seus dias.
Quando saiu do Hospital, ao atravessar a rua, foi atropelada por uma ambulância e morreu.
A senhora, furiosa, ao encontrar-se com Deus, pergunta-lhe:
- Então, eu não tinha mais de 40 anos de vida? Porque que é que não me desviastes do caminho da ambulância?
Deus responde:
- Porra! Eras tu? Nem te conheci!!!!
domingo, 6 de maio de 2012
IMAGEM DO DIA
A lua cheia de sábado aparentava ser 14% maior do que é normal e cerca de 30% mais brilhante do que é usual em outras luas cheias. Este fenómeno repete-se anualmente e vai voltar verificar-se no próximo dia 23 de Junho de 2013.
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