
Se, por um lado, a tolerância religiosa contribuiu para a consolidação do catolicismo, por outro empanou a figura de São Silvestre, abrindo um precedente e um difícil entrosamento entre a Igreja e o Estado. Esta aliança se explicava por força das circunstâncias do tempo, quando a Igreja saía de um período de perseguição que já se arrastava há 250 anos.
Foi sob São Silvestre que se realizou o primeiro Concílio Ecuménico da história da Igreja - o Concílio de Nicéia, em 325 -, onde se definiu a divindade de Cristo. E o curioso é que este concílio foi convocado pelo imperador Constantino, tal era a influência nos assuntos eclesiásticos. São Silvestre foi um dos primeiros santos não-mártires cultuado pela Igreja.
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