
As duas primeiras vidas que salvou foram as de um pai e um filho que estavam quase a afogar-se junto ao rio Oeiras. A força das águas arrastou-os para longe e ninguém teve coragem de se atirar ao mar. Ninguém, a não ser Joaquim Lopes, que primeiro salvou o filho e depois o pai. A sua profissão não era salva-vidas, mas tornou-se a sua missão. Um salvamento em particular tornou-o famoso em Portugal e no mundo: o de uma embarcação inglesa -Howard Primrose- que estava a afundar-se na barra do Tejo. O Patrão Lopes salvou seis dos sete marinheiros a bordo e por esse feito foi recompensado pela coroa inglesa com a Medalha de Prata da Rainha Vitória.
Outro salvamento -do comandante do navio British Queen e do seu cão- valeu-lhe mais uma medalha vinda do Reino Unido, desta vez de ouro.
Medalhas de fora, de Espanha e de França, não faltaram na sua carreira, mas demorou até a coroa portuguesa perceber que tinha um herói à porta. Finalmente, em 1859 transferiu o salva-vidas de Belém para Paço de Arcos e pôs Joaquim Lopes ao comando. O lobo-do-mar tinha 61 anos, mas apesar da idade ainda socorreu muitos náufragos durante a sua longo vida, de 92 anos.
Nota: Quando em 1890 a Inglaterra lançou um ultimatum a Portugal, ameaçando o nosso país por causa da disputa do território africano, Patrão Lopes, então com 92 anos, encheu-se de patriotismo e devolveu ao governo inglês as condecorações que este lhe tinha dado.
Outro salvamento -do comandante do navio British Queen e do seu cão- valeu-lhe mais uma medalha vinda do Reino Unido, desta vez de ouro.
Medalhas de fora, de Espanha e de França, não faltaram na sua carreira, mas demorou até a coroa portuguesa perceber que tinha um herói à porta. Finalmente, em 1859 transferiu o salva-vidas de Belém para Paço de Arcos e pôs Joaquim Lopes ao comando. O lobo-do-mar tinha 61 anos, mas apesar da idade ainda socorreu muitos náufragos durante a sua longo vida, de 92 anos.
Nota: Quando em 1890 a Inglaterra lançou um ultimatum a Portugal, ameaçando o nosso país por causa da disputa do território africano, Patrão Lopes, então com 92 anos, encheu-se de patriotismo e devolveu ao governo inglês as condecorações que este lhe tinha dado.
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