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sábado, 2 de março de 2019

LISIANTO

Classificação científica:
Reino: Plantae
Ordem: Gentianales
Família: Gentianaceae
Género: Eustoma
Espécie: Eustoma Russellianum


Eustoma russellianum , é uma espécie de planta pertencente à família genciana . Seu nome binomial anteriorera Eustoma grandiflorum . Os nomes comuns incluem bluebells Texas , Texas bluebell , bluebell , genciana da pradaria vistoso , genciana da pradaria,   e Lisianthus .

Eustoma russellianum tem folhas de cera azul-esverdeada e vistosas flores em forma de sino em rosa azul ou branco, cada uma sendo carregada individualmente em uma planta vertical. Dependendo de onde cresce, pode apresentar-se como uma planta anual, bienal ou perene. É encontrado na região das Grandes Planícies .


sábado, 2 de fevereiro de 2019

FIGO-DA-ÍNDIA

Classificação científica:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Caryophyllidae
Família: Cactaceae
Género: Opuntia
Nome binomial: Opuntia ficus-indica



Opuntia ficus-indica (tabaibeira, figueira-do-diabo, figueira-da-Índia, piteira, tuna, figueira-tuna,figueira-palmeira ou palma) é uma espécie de cacto. Planta comum em regiões semi-áridas, possui alto teor de fibras, vitamina A e ferro.
Origem
Opuntia (de acordo com Alexander von Humboldt), era uma palavra oriunda da língua dos taínos e absorvida pela língua espanhola por volta do ano 1500. É tão importante economicamente como o milho e a tequila no México da atualidade. Como originam híbridos facilmente, a sua origem é difícil de determinar mas é sabido que o consumo humano remonta há pelo menos 9000 anos. Em Israel e na Palestina é muito comum e tem o nome de Sabra, sendo de consumo habitual. Por ser um fruto áspero e duro por fora, mas macio e doce por dentro, a palavra "sabra" generalizou-se para designar os judeus nascidos em Israel, em oposição aos que vieram dos países da Diáspora.  No nordeste do Brasil já foi incluída na merenda escolar dos estudantes.
Descrição
Cacto suculento, ramificado, de porte arbustivo, com altura entre 1,5–3 m, ramos clorofilados achatados, de coloração verde-acinzentada, mais compridos (30–60 cm) do que largos (6–15 cm), variando de densamente espinhosos até desprovidos de espinhos. As folhas são excepcionalmente pequenas, decíduas precoces. As flores são amarelo ou laranja brilhantes, vistosas. Os frutos são amarelos-avermelhados, suculentos, com aproximadamente 8 cm de comprimento, com tufos de diminutos espinhos. A reprodução, faz-se por semente ou vegetativamente.
Fruto
O seu fruto é conhecido por tabaibo, figo-do-diabo, figo-da-Índia, figo-palmeira ou tuna. A sua polpa é suculenta e tem alto teor de fibrasvitamina A e ferro.



quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

MAGNOLIA

Classificação científica:
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Magnodiales
Família: Magnoliaceae
Género: Magnolia



Magnolia L. é um género de plantas com flor, da ordem Magnoliales, que agrupa as espécies maioritariamente arbóreas conhecidas pelo nome comum de magnólias. Na sua presente circunscrição taxonómica o género foi alargado para incluir as espécies que se encontravam dispersas pelos géneros MagnoliaManglietiaMicheliaTalaumaAromadendronKmeriaPachylarnax e Alcimandra(todos da antiga subfamília Magnolioideae), resultando num género monofilético com cerca de 297 espécies.[2] O género distribui-se pelas regiões subtropicais e tropicais do leste e sueste da Ásia (incluindo a Malésia) e pelas Américas, com centros de diversidade no Sueste Asiático e no norte da América do Sul. O género inclui diversas espécies amplamente utilizadas como árvore ornamental nas regiões subtropicais e temperadas de ambos os hemisférios.
Descrição
O género Magnolia tem como epónimo o nome de Pierre Magnol, um botânico de Montpellier (França). A primeira espécie identificada deste género foi Magnolia virginiana, encontrada por missionários enviados à América do Norte na década de 1680. Já em pleno século XVIII foi descrita, também a partir de amostras norte-americanas, a espécie Magnolia grandiflora, hoje a espéci mais conhecida do género dado ser amplamente utilizada como árvore ornamental nas regiões subtropicais e temperadas de clima moderado de todo o mundo.
As magnólias são árvoresarbustos ou arvoretas semidecíduas ou decíduas, apreciados como ornamentais em jardins, principalmente em locais de clima temperado ou subtropical. Produzem abundantes flores brancas, rosadas e amarelas, grandes e perfumadas.
A ciência botânica tem um interesse especial pelas magnólias, por apresentarem estruturas reprodutivas e anatômicas que se acredita serem extremamente primitivas em relação a todas as outras flores, apresentando semelhanças com Gimnospermas primitivas. Alguns dos fósseis mais antigos de Angiospermas conhecidos apresentam flores semelhantes às magnólias.
Alguns estudos sugerem que as magnólias podem ser as primeiras flores que surgiram no nosso planeta, mas isso não é comprovado.
A maior magnólia da Europa pode ser encontrada em MonchiqueAlgarvePortugal.
Taxonomia
A estrutura taxonómica interna do género Magnolia ainda não foi completamente consensualizada, embora exista concordância generalizada no que respeita à integração num único género monofilético das espécies da subfamília Magnolioideae que se encontravam dispersas pelos géneros Magnolia Plum. ex L.Manglietia BlumeMichelia L.Talauma A. Juss.Aromadendron BlumeKmeria DandyPachylarnax Dandy e Alcimandra Dandy. Esta solução, defendida em 2004 por Richard B. Figlar e Hans P. Nooteboom,[2] evita a parafilia da estrutura anterior e permite, recorrendo a secções e subsecções, organizar as espécies em grupos tendencialmente monofiléticos. Aceitando-se essa integração, a família Magnoliaceae, a necessidade de uma subfamília Magnolioideae desaparece, ficando apenas de fora da ordenação as duas espécies extantes do género Liriodendron, que constituíam a subfamília Liriodendroideae, ela também desnecessária.
Aceitando-se Magnolia como o único género da subfamília Magnolioideae, o género pode ser subdividido em 3 subgéneros, 12 secçõies e algumas subsecções.






segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

CORNUS MAS

Classificação científica:
Reino: Plantae
Classe: Asterideas
Ordem: Cortnales
Família: Cornaceae
Género: Cornus
Espécie: Cornus Mas



Cornus mas (também conhecida como corniso), é uma espécie de planta pertencente ao género Cornus, conhecida pelos seus frutos semelhantes a cerejas. É nativa do sul da EuropaMediterrâneo e sudoeste asiático.
Trata-se de um arbusto de porte médio a grande, podendo atingir porte arbóreo, crescendo entre 5 a 12 m de altura. Possui um hábito caducifólio, sendo os seus galhos castanho escuros com os ramos menores esverdeados. As folhas são opostas, com 4–10 cm de comprimento e 2–4 cm de largura e possuem forma ovalada a oblonga, com uma margem inteira. As flores são pequenas (entre 5 a 10 mm de diâmetro) e formadas por quatro pétalas amarelas, dispostas em inflorescências de entre 10 a 25 flores, surgindo estas no final do Inverno, antes do aparecimento das primeiras folhas. O fruto é uma drupa oblonga e vermelha quando madura, contendo uma única semente e tendo cerca de 2 cm de comprimento e 1.5 cm de diâmetro.
O fruto é comestível, possuindo um sabor ácido. Além do mais, é rico em vitaminas A, complexo B e K1. É utilizada essencialmente na produção de compotas, sendo também consumida quando seca. Na Arménia, o fruto é utilizado na destilação da vodca. Na Turquia é consumido com sal como aperitivo no Verão. As cultivares seleccionadas para a produção de fruto na Ucrânia têm frutos que atingem os 4 cm de comprimento. Esta espécie é também cultivada como planta ornamental devido à sua floração no final do Inverno.
A sua madeira é mais densa que a água. A sua casca pode ser utilizada para fazer uma tintura, enquanto as suas folhas são utilizadas na produção de taninos.

domingo, 4 de novembro de 2018

JAMBÚ

Classificação científica:
Reino: Plantae
Clade: Angiospérmicas
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Género: Acmella
Espécie: Acmella Oleracea



Jambu (Acmella oleracea) é uma erva típica da região norte do Brasil, mais precisamente no Pará, sendo originária da América do Sul. É comum também em Madagáscar e todo o sudoeste asiático, em particular nas ilhas Mascarenhas . Também é conhecida como agrião-do-Pará

USO:
Planta cultivada na região norte do país, onde é utilizada como condimento culinário amazónico, principalmente para ao preparar o famoso “molho-de-tucupi”. As folhas e inflorescência são empregadas na medicina caseira na região norte do país, para tratamento de males da boca e garganta, além de tuberculose e litíase pulmonar. As folhas e flores quando mastigadas dão uma sensação de formigamento nos lábios e na língua devido sua ação anestésica local, sendo por isso usada para dor-de-dente como anestésico e como estimulante do apetite. O chá das folhas e inflorescência é empregada também, contra anemia, escorbuto, dispepsia e como estimulante da atividade estomáquica. A substancia responsável pela ação anestésica na mucosa bucal é uma isobutilamida denominada espilantol. Na sua composição química, além de espilantol, são citados a espilantina,afinina, colina e fitosterina.

USO EM CULINÁRIA:
O jambu é muito utilizado nas culinárias amazonense, rondoniense, acriana e paraense, podendo ser encontrado em iguarias como o tacacá, o pato no tucupi e até mesmo em pizza combinado com mozarela. Pode-se preparar o jambu da mesma maneira que se prepara a couve refogada, cortando-a fininha e refogando-a no azeite com alho e sal a gosto e bacon cortado em cubinhos.
Uma de suas principais características é a capacidade de tremelicar os lábios de seus comensais. É usada como especiaria pelos chineses. As folhas podem ser usadas frescas ou secas. As folhas tenras cortadas finamente são usadas como condimento no prato nacional malgaxe romazava. É encontrado abundantemente no interior do Rio de Janeiro, no município de Trajano de Moraes.
Na Bahia, especialmente, é usado como erva de alto valor religioso com os nomes oripepé, pimenta-d'água e pingo-de-ouro.

PROPRIEDADES:
A planta é reconhecida como anestésica, diurética, digestiva, sialagogo, antiasmática e antiescorbútica.
Os seus capítulos possuem propriedades odontálgicas e antiescorbúticas.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

ACÓNITO

Classificação científica:
Reino: Plantae
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Ranunculaceae
Género: Aconitum
Espécie: Aconitum Napellus



O  acónito (Aconitum napellus) é uma planta venenosa, pertencente à família Ranunculaceae muito utilizada em fármacos homeopáticos.
Acônito é também conhecido como mata-lobos pois em lendas de lobisomens o acônito enfraquece-os. O veneno de acônito foi o mais utilizado em flechas por arqueiros na Antiguidade e Idade Média européias.
Possui raízes tuberosas e caule ereto, com flores azuis na forma de um elmo. O fruto é uma vesícula.
Os sintomas do envenenamento por sua causa são salivação excessiva, falta de ar, tremores e aceleração dos batimentos cardíacos. Apenas 10 gramas de raíz constituem uma dose letal para o ser humano.
É uma planta vivaz que pode atingir até 1,5 metros de altura, tem folhas verde-escuras, palmeadas e recortadas, flores azuis, raramente brancas, e raiz fusiforme. Dá-se bem nas regiões montanhosas, é medicinal e costuma cultivar-se também em jardins, como planta ornamental.
Todas as suas variedades são venenosas quando a semente já está madura. O Aconitum napellus, comum em terrenos úmidos, cultiva-se muito em jardins. Todas as partes da planta são muito venenosas em virtude de possuírem alcalóides distintos.
Outras espécies de acônito existentes em Espanha e Portugal são a erva toira (A. anthora), erva lobo, ou acônito da saúde, e o matalobos (A. lycoctonum), de flor amarela.
Também pode ser receitado pelo seu Médico para o tratamento da ansiedade, mas só com o conhecimento do Médico.
Introduzido na terapia, o acônito era utilizado como sedativo, diurético e analgésico.




terça-feira, 11 de setembro de 2018

COREOPSIS

Classificação científica:
Reino: Plantae
Clado: Angiospérmicos
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Género: Coreopsis



A coreópsis apresenta ramagem densa e ramificada, com folhas espessas e lanceoladas com uma coloração verde vibrante. As flores são diminutas, como em outras plantas da família Asteraceae, e reunidas em capítulos solitários, simples ou semi-dobrados, sobre longos pedúnculos. As pétalas da colora expandida são amarelas ou alaranjadas, largas e com bordas denteadas. O contraste da folhagem com as flores tem grande efeito decorativo.
A floração se estende por todo o ano, em climas quentes, mas é mais abundante no verão. Rústica, tolera solos pobres, secas moderadas, além de ventos fortes e salinidade no solo, tornando-se uma boa escolha em jardins de praia.
Devem ser cultivadas sempre a pleno sol em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica para uma boa produção. Apesar de perene, requer reformas bianuais, através do replantio. As regas devem ser regulares. Têm potencial invasivo, podendo tornar-se daninha. Multiplica-se por divisão das touceiras e por sementes.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

HELOTROPIO


Classificação cintífica:
Reino: Plantae
Classe: Eudicotiledóneas
Ordem: Polemoniales
Família: Boraginaceae
Género: Heliotropium
Espécie: Helotropium europaeum



Heliotrópio, de nome científico heliotropium europaeum, é uma planta da família das boragiaceas que pode alcançar entre um e cinco metros de altura. Também conhecida como erva das verrugas, tornassol, tornassol com pelos, verrucária ou verrucária peluda, a planta possui um cheiro agradável e coloração acinzentada ou esverdeada. Possui a corola branca ou lilacínea, afunilada ou assalveada. Sua inflorescência não é bracteada e as folhas são elípticas e, assim como os caules, cobertas de pelos suaves. A planta é considerada em algumas localidades como uma erva daninha que cresce na estrada, mas também pode ser usada como planta ornamental.
Suas sementes germinam principalmente durante a primavera e tornam-se bastante resistentes à seca devido a um sistema radicular profundo. Suas flores surgem dentro de algumas semanas e continuam durante o verão, normalmente morrendo no período do inverno.
Seu nome deriva da característica comum das plantas do gênero: helio que Seu nome deriva da característica comum das plantas do gênero: helio que significa sol, e tropium, que significa virar-se para, remetendo ao fato de que as flores seguem o movimento do sol durante o dia.A planta anual é nativa da região mediterrânea, podendo ser encontrada de forma dispersa ao sul e à oeste da Europa, norte da África, sudoeste asiático, além das ilhas da Macaronésia, com exceção a Cabo verde.

Sua introdução em outros continentes foi, provavelmente, acidental, e em algumas regiões da Austrália, inclusive, encontrou excelentes condições para o desenvolvimento, de forma que, inclusive, interferiu

Benefícios e propriedades

Originária da Europa, a planta possui propriedades anticéptica, cicatrizante, febrífuga e emenagoga, ajudando a desinfectar e acelerar a cicatrização de feridas, além de activar a menstruação e estimular o funcionamento da vesícula biliar.
Seu uso para fins medicinais foi relatado em uma ordem emitida por Carlos Magno, o Capitulare de vilis, em que consta que suas terras eram usadas para cultivar uma grande quantidade de ervas, que inclui o heliotropium europaeum. no equilíbrio ecológico da região.

Contra indicações e toxicidade

É bastante comum encontrarmos animais que foram mortos por intoxicação causada por essa planta, fato comum entre gado e cavalos, que são mais susceptíveis do que os ovinos. A planta é venenosa e contém alcaloides pirrolizidinicos.



terça-feira, 3 de julho de 2018

CALENDULA

Classificação científica:
Reino: Plantae
Classe: Eudicotiledóneas
Ordem: Asterales
Família: Asteraceae
Género: Calaendula



Calendula é um género de plantas pertencentes à família Asteraceae, vulgarmente chamadas calêndulas ou maravilhas. Calêndula é nativa da África central e foi trazida e disseminada ao Brasil nos meados do século XVIII.

Características básicas
Pertencente à mesma família das margaridas - Asteraceae - a calêndula (Calendula officinalis) é originária da Europa meridional e se relaciona intimamente com o sol. Curiosamente, essa flor abre suas pétalas assim que o sol nasce e as fecha na hora em que ele se vai. Aliás, seu nome é derivado de uma palavra latina - calendae - que significa "primeiro dia de cada mês", de onde se derivou também a palavra calendário (que, sabe-se, é baseado no ciclo solar).
No Brasil, a calêndula adaptou-se facilmente, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Hoje, ela é cultivada tanto para fins ornamentais como para a fabricação de medicamentos e cosméticos. A flor, de coloração amarelo-alaranjada, caracteriza-se pelo inegável perfume e as folhas são macias e aveludadas. Planta anual, a calêndula pode atingir até 50 cm de altura e apresenta caules ramificados em duas hastes. As folhas inferiores são espatuladas e as caulinares são lanceoladas e alternadas.
Atualmente, as flores cultivadas sem agrotóxicos ou aditivos químicos são comercializadas para consumo em saladas ou acompanhando outros pratos.
Uso medicinal
Muito utilizada na industria farmacêutica.
Conta-se que na guerra civil americana, os médicos que atuavam nos campos de batalha utilizavam as flores e as folhas da calêndula para tratar os ferimentos dos soldados. Anos mais tarde, a ciência comprovou os efeitos que aqueles médicos conheceram na prática. No Brasil o seu uso fitoterápico é aprovado pelo Ministério da Saúde.
A partir da calêndula, a medicina homeopática produz remédios que são usados oralmente, inclusive em períodos pós-operatórios, justamente pelos poderes já citados. Na medicina popular, a planta é muito utilizada para tratar problemas uterinos e cólicas menstruais, estimular a atividade hepática e atenuar espasmos gástricos. É claro que devem ser evitados exageros ou abusos na aplicação de plantas em tratamentos. No caso da calêndula, é importante esclarecer que, em excesso, a planta pode provocar depressão, nervosismo, falta de apetite, náuseas e até vômitos.
Uso cosmético
É na fabricação de cosméticos que a calêndula faz o seu reinado: os diversos princípios ativos da planta são responsáveis pelos eficientes efeitos no tratamento de pele e cabelos. A calendulina, por exemplo, um pigmento que dá a cor alaranjada às pétalas, presente em boas doses nas flores, juntamente com a resina e a mucilagem, são responsáveis pelos poderes regeneradores e cicatrizantes. Outros princípios engordam a lista de propriedades da calêndula, amplamente usada na fabricação de shampoos, loções, sabonetes e cremes. Aliás, ela é uma das bases mais utilizadas na fabricação de produtos indicados para cabelos oleosos e peles com cravos e espinhas.

domingo, 3 de junho de 2018

SCABIOSA

Classificação científica:
Reino: Plantae
Clado: Angiospérmicas
Ordem: Dipsacales
Género: Scabiosa




Scabiosa é um género botânico pertencente a família das Dipsacaceae .
São plantas herbáceas, floríferas e perenes. Os membros deste género são nativos da Europa ,Ásia e África. Devido a beleza de suas flores, muitos cultivares foram desenvolvidos como plantas ornamentais para jardins. Crescem de 70 cm a 1 metro de altura.
Apresentam muitas flores pequenas de coloração suave azul-lavanda, lilás ou creme pálido. As flores crescem isoladamente no alto do talo. Por serem ricas em néctar atraem muitos insetos, incluindo as lepidopteras.